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Estudante que cantou música de Joelma em olimpíada de matemática em Nova York ganha medalha de bronze

Estudante canta 'Voando Pro Pará' durante show de talentos em olimpíada de matemática A estudante Yasmim Teófilo do Nascimento, de 12 anos, que interpretou ...

Estudante que cantou música de Joelma em olimpíada de matemática em Nova York ganha medalha de bronze
Estudante que cantou música de Joelma em olimpíada de matemática em Nova York ganha medalha de bronze (Foto: Reprodução)

Estudante canta 'Voando Pro Pará' durante show de talentos em olimpíada de matemática A estudante Yasmim Teófilo do Nascimento, de 12 anos, que interpretou uma música da cantora Joelma durante show de talentos em uma olimpíada nos Estados Unidos, conquistou a medalha de bronze na competição, nesta quinta-feira (30). A aluna cearense foi uma das representantes do Brasil no evento, realizado em Nova York. Yasmin participou da fase global da Copernicus Mathematics Olympiad (CMO), olimpíada internacional de matemática que avalia raciocínio lógico, resolução de problemas e pensamento matemático. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Dentre os outros alunos que representaram o Brasil no evento, estava a irmã dela: Beatriz Teófilo, de 15 anos. Nascidas em Fortaleza, as duas irmãs acumulam conquistas em olimpíadas nacionais e internacionais, participando também da organização de eventos e de atividades com crianças para falar de ciências, astronomia e tecnologia aeroespacial. Na terça-feira (28), Yasmin chamou atenção ao subir ao palco do show de talentos com uma camisa da Seleção Brasileira e cantar 'Voando Pro Pará', hit da cantora Joelma. Estudante que cantou música de Joelma em evento de olimpíada científica nos Estados Unidos ganhou medalha de bronze Arquivo Pessoal O momento de desconcentração foi antes do dia de provas, e representantes de todos os países participaram cantando, dançando ou tocando instrumentos. Após os resultados das provas realizadas no dia seguinte, Yasmin participou da cerimônia de premiação do evento nesta quinta-feira (30), recebendo a medalha de bronze. O evento é sediado na Universidade de Columbia, em Nova York. De acordo com o site da competição, as medalhas são entregues a uma quantidade determinada de alunos com base em suas pontuações. Por exemplo, medalhas de ouro foram entregues aos 10% dos estudantes com as melhores notas. Meninas na ciência As cearenses Yasmin e Beatriz Teófilo acumulam medalhas em olimpíadas e participam de iniciativas de divulgação científica Arquivo Pessoal A primeira das irmãs com participação em olimpíadas foi Beatriz, que hoje tem 15 anos. Ela tinha 10 anos quando se interessou pela Olimpíada Cearense de Foguetes, realizada pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Foi a partir deste evento que Beatriz se apaixonou pelos conhecimentos de física e astronomia e pelos assuntos relacionados à construção e ao lançamento de foguetes, como relata Katherine Teófilo, mãe das estudantes. Com o tempo, Beatriz passou a participar de várias olimpíadas científicas indicadas pela escola. Dentre as conquistas mais recentes dela, estão a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Foguetes (2025) e a aprovação no vestibular para o curso de física na Universidade Estadual do Ceará (2026). Yasmin tinha 8 anos quando quis seguir os passos da irmã mais velha e participou de uma olimpíada pela primeira vez. Nos últimos anos, ela também passou a acumular vitórias, também recebendo o ouro na Olimpíada Brasileira de Foguetes e na Olimpíada Brasileira de Satélites. Competições internacionais Em janeiro de 2026, as duas irmãs tiveram uma primeira experiência em competições internacionais. Elas foram para Houston, nos Estados Unidos, e participaram da Olimpíada Copernicus de Física e Astronomia. As estudantes também trouxeram bons resultados representando o Brasil: Yasmin foi medalhista de prata e Beatriz conquistou uma menção honrosa. De acordo com Katherine, as duas irmãs estão envolvidas em diversas iniciativas para a divulgação científica. Dentre elas, está a criação da organização Wigpédia, que desenvolve oficinas educativas para incentivar a aproximação de crianças e adolescentes, especialmente meninas, dos temas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Enquanto estão em Nova York, Beatriz e Yasmin aproveitam a oportunidade para conhecer pontos da cidade e produzir vídeos para as redes sociais, ressaltando espaços que dão exemplos de inovação e sustentabilidade. Para a mãe das estudantes, a intenção é fazer com que mais adolescentes se interessem por estas vivências e que também possam enxergar a ciência integrada à rotina.